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A interface sono-fibromialgia: da intrusão alfa-delta à prática clínica baseada em evidências
A relação entre distúrbios do sono e a síndrome da fibromialgia (SFM) transcende a mera coexistência sintomática. Trata-se de uma interação bidirecional neurobiologicamente comprovada, na qual o sono fragmentado e não restaurador atua simultaneamente como fator etiológico, amplificador do processamento nociceptivo central e marcador de gravidade clínica.

Dor crônica e a ilusão da bala de prata
Você acredita em bruxas? Essa pergunta, que parece saída de um conto antigo, abre espaço para refletirmos sobre algo muito atual: a busca pela chamada “bala de prata” no tratamento da dor crônica. A expressão vem do folclore europeu entre os séculos XVI e XVIII, quando se acreditava que lobisomens, bruxas e vampiros só poderiam ser derrotados com projéteis de

Rosácea e Fibromialgia: uma associação que chamou a atenção dos pesquisadores
A pele não é apenas uma janela para a saúde do corpo como um todo – ela é a saúde do corpo como um todo. O que acontece na pele geralmente é bidirecional com outros sistemas, o que significa que eles podem influenciar uns aos outros – muitas vezes de maneiras que ainda não entendemos completamente. E as conexões são

A severidade da dor indica o apoio psicológico requerido para enfrentá-la
Durante décadas, a prática clínica em dor crônica se organizou em torno de uma pergunta simples demais: quanto dói? Uma pergunta assim, respondida numa escala de 0 a 10, parece objetiva — mas esconde uma quantidade enorme de variação individual que não consegue capturar. É exatamente por isso que por aqui decidimos ajudar quem convive com dor crônica a entender

Averiguando a severidade da dor num paciente: uma abordagem científica
A enquete SEVERIDADE do blog Dor Crônica é para pessoas que convivem com dor crônica não oncológica, com o objetivo de construir um mapa preliminar dos níveis de severidade da dor nos participantes.

Dor crônica, sono e estresse: uma trilogia que merece sua atenção
Estamos realizando uma enquete nacional sobre a Severidade da Dor Crônica, Sono e Estresse. Se você vive com dor persistente, convidamos você a participar: o preenchimento é rápido, não dói e pode trazer novas perspectivas sobre a sua jornada.

Para você conhecer melhor a sua dor crônica
Você talvez já saiba dizer quanto dói. Mas talvez ainda não saiba com clareza quanto essa dor já está ocupando a sua vida. Essa é a pergunta principal da enquete do blog Dor Crônica.

Dor crônica: como medi-la e quem ganha com isso? – Parte 2
Na Parte 1, vimos por que a dor crônica não cabe bem numa simples nota de 0 a 10. Uma nota informa intensidade, mas não mostra sozinha quanto a dor interfere no sono, no trabalho, no movimento, nas relações, no humor ou na capacidade de participar da vida. Essa é a razão de medir severidade. A enquete SEVERIDADE usa a

Dor crônica: como medi-la e quem ganha com isso? – Parte 1
Quem vive com dor crônica conhece bem a rotina. Na consulta, o profissional de saúde olha para o prontuário e faz a pergunta clássica: “De zero a dez, quanto está a dor agora?” O paciente hesita por um instante, escolhe um número e a consulta prossegue. Embora essa escala numérica seja útil para dores agudas (como uma fratura ou pós-operatório),

Como a ciência mede a severidade da dor crônica
Como não existe um aparelho capaz de medir diretamente a dor de outra pessoa, os profissionais usam instrumentos baseados no relato do paciente. São conjuntos de perguntas testados para transformar uma experiência pessoal em informações que possam ser comparadas e acompanhadas. Esses instrumentos não “provam” que alguém tem dor. Eles ajudam a descrevê-la de forma mais completa e uniforme.

Dor crônica não cabe numa nota de 0 a 10
Quem convive com dor crônica conhece a pergunta: “De zero a dez, quanto está doendo?” A pessoa escolhe um número, mas quase sempre sente que ficou muito por dizer. A nota pode ajudar. Ela informa se, naquele momento, a dor parece fraca, moderada ou muito forte. O problema começa quando esse número é tratado como se fosse a medida completa

Medicina alternativa – Os nomes dos bois
No século XXI, a Medicina da Dor deixou de ser um território exclusivo da farmacologia. Com o avanço das evidências sobre a dor crônica – especialmente a dor nociplástica, como na fibromialgia –, conceitos antes periféricos passaram a ocupar o centro das recomendações terapêuticas. Termos como intervenções não farmacológicas, medicina complementar e medicina integrativa ganharam reconhecimento institucional e entraram de
