Publicações

Para você conhecer melhor a sua dor crônica
Você talvez já saiba dizer quanto dói. Mas talvez ainda não saiba com clareza quanto essa dor já está ocupando a sua vida. Essa é a pergunta principal da enquete do blog Dor Crônica.

Dor crônica: como medi-la e quem ganha com isso? – Parte 2
Na Parte 1, vimos por que a dor crônica não cabe bem numa simples nota de 0 a 10. Uma nota informa intensidade, mas não mostra sozinha quanto a dor interfere no sono, no trabalho, no movimento, nas relações, no humor ou na capacidade de participar da vida. Essa é a razão de medir severidade. A enquete SEVERIDADE usa a

Dor crônica: como medi-la e quem ganha com isso? – Parte 1
Quem vive com dor crônica conhece bem a rotina. Na consulta, o profissional de saúde olha para o prontuário e faz a pergunta clássica: “De zero a dez, quanto está a dor agora?” O paciente hesita por um instante, escolhe um número e a consulta prossegue. Embora essa escala numérica seja útil para dores agudas (como uma fratura ou pós-operatório),

Como a ciência mede a severidade da dor crônica
Como não existe um aparelho capaz de medir diretamente a dor de outra pessoa, os profissionais usam instrumentos baseados no relato do paciente. São conjuntos de perguntas testados para transformar uma experiência pessoal em informações que possam ser comparadas e acompanhadas. Esses instrumentos não “provam” que alguém tem dor. Eles ajudam a descrevê-la de forma mais completa e uniforme.

Dor crônica não cabe numa nota de 0 a 10
Quem convive com dor crônica conhece a pergunta: “De zero a dez, quanto está doendo?” A pessoa escolhe um número, mas quase sempre sente que ficou muito por dizer. A nota pode ajudar. Ela informa se, naquele momento, a dor parece fraca, moderada ou muito forte. O problema começa quando esse número é tratado como se fosse a medida completa

Medicina alternativa – Os nomes dos bois
No século XXI, a Medicina da Dor deixou de ser um território exclusivo da farmacologia. Com o avanço das evidências sobre a dor crônica – especialmente a dor nociplástica, como na fibromialgia –, conceitos antes periféricos passaram a ocupar o centro das recomendações terapêuticas. Termos como intervenções não farmacológicas, medicina complementar e medicina integrativa ganharam reconhecimento institucional e entraram de

O papel controverso do exercício no alívio da fibromialgia
Desde sempre, neste blog, nos esforçamos por apresentar os dois lados das inúmeras afirmações relacionadas aos aspectos da dor crônica que têm, bem, dois ou até mais lados. “A medicina é uma ciência da incerteza e uma arte da probabilidade”, disse Sir William Osler, considerado o Pai da Medicina Moderna e inventor do sistema de residência médica. O artigo a

Diagnosticado com fibromialgia? Não assuste. Informe-se aqui.
Se você acaba de receber o diagnóstico de fibromialgia ou está começando a desbravar os sintomas agora, este guia oferece uma visão rápida, mas profundamente fundamentada na ciência, para que você não se perca em palpites. Cada resposta é um porto seguro baseado em diretrizes internacionais e nas descobertas mais recentes de 2025 e 2026.

Afinal, você tem fibromialgia ou artrite reumatoide?
Ao diagnosticar fibromialgia, é possível confundi-la com artrite reumatoide, uma vez que ambas as doenças são crônicas e causam dor e cansaço extremos. No entanto, são doenças diferentes e embora costumem coexistir, elas não estão relacionadas. A artrite reumatoide causa danos visíveis nas articulações. Fibromialgia não. A artrite reumatoide (AR) também piora progressivamente, causando inchaço e, às vezes, deformidades. A

A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 2
Diagnosticar e tratar a fibromialgia é difícil por ela se apresentar de maneira multiforme. Biomarcadores se fazem necessários para facilitar a investigação clínica que fundamenta essas duas etapas, logo na atenção primária. A Parte 1 de uma revisão de artigos mostrou o que se sabe em 4 das principais frentes de pesquisa por biomarcadores para a fibromialgia. Agora, na Parte

A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 1
O diagnóstico precoce da fibromialgia pode ajudar a descobrir mais rapidamente uma terapia mais apropriada. O fenótipo da fibromialgia, porém, é muito diversificado. Isso explica a busca de biomarcadores que possam verificar essa doença de maneira sensível, específica e reprodutível. Esta revisão de artigos, aqui reduzida em alguns trechos para agilizar a leitura, mostra o estado da arte em diversas

A nova lei da dor crônica: sonhar custa nada
O Senado aprovou, na terça-feira (12/05/26), o Projeto de Lei 336/2024, que – entre outras coisas – estabelece diretrizes básicas para o atendimento de pessoas com dor crônica no SUS. Agora, a proposta segue para sanção presidencial. Toda nova lei no Brasil pode inspirar pensamentos que vão do “Que bom”! ao “Será que vai pegar? A lei da dor crônica
