Etiqueta: diagnóstico

Diagnosticado com fibromialgia? Não assuste. Informe-se aqui.

Diagnosticado com fibromialgia? Não assuste. Informe-se aqui.

Se você acaba de receber o diagnóstico de fibromialgia ou está começando a desbravar os sintomas agora, este guia oferece uma visão rápida, mas profundamente fundamentada na ciência, para que você não se perca em palpites. Cada resposta é um porto seguro baseado em diretrizes internacionais e nas descobertas mais recentes de 2025 e 2026.

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Afinal, você tem fibromialgia ou artrite reumatoide?

Afinal, você tem fibromialgia ou artrite reumatoide?

Ao diagnosticar fibromialgia, é possível confundi-la com artrite reumatoide, uma vez que ambas as doenças são crônicas e causam dor e cansaço extremos. No entanto, são doenças diferentes e embora costumem coexistir, elas não estão relacionadas. A artrite reumatoide causa danos visíveis nas articulações. Fibromialgia não. A artrite reumatoide (AR) também piora progressivamente, causando inchaço e, às vezes, deformidades. A dor da fibromialgia é mais generalizada, enquanto a artrite reumatoide se concentra inicialmente nas mãos, punhos, joelhos e planta dos pés. A AR e a fibromialgia também progridem de maneira muito diferente. A fibromialgia geralmente causa dor constante que pode piorar com falta de sono e estresse. Por outro lado, a AR pode agravar-se e piorar progressivamente sem tratamento. Abaixo, veremos mais de perto as diferenças entre AR e fibromialgia, incluindo como os sintomas de cada condição diferem e como são diagnosticados e tratados.

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A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 2

A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 2

Diagnosticar e tratar a fibromialgia é difícil por ela se apresentar de maneira multiforme. Biomarcadores se fazem necessários para facilitar a investigação clínica que fundamenta essas duas etapas, logo na atenção primária. A Parte 1 de uma revisão de artigos mostrou o que se sabe em 4 das principais frentes de pesquisa por biomarcadores para a fibromialgia. Agora, na Parte 2, descreve-se o progresso na busca de outros 11 biomarcadores potenciais (ex.: obesidade, sono, metabolismo etc.).

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A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 1

A busca por biomarcadores na fibromialgia – Parte 1

O diagnóstico precoce da fibromialgia pode ajudar a descobrir mais rapidamente uma terapia mais apropriada. O fenótipo da fibromialgia, porém, é muito diversificado. Isso explica a busca de biomarcadores que possam verificar essa doença de maneira sensível, específica e reprodutível. Esta revisão de artigos, aqui reduzida em alguns trechos para agilizar a leitura, mostra o estado da arte em diversas frentes de pesquisa de biomarcadores para a fibromialgia. A postagem no blog foi dividida em duas partes. Na Parte 1, a seguir, os 4 marcadores potenciais mais óbvios: Ressonância Magnética Funcional, Variabilidade da Frequência Cardíaca, Associações Genéticas e Proteínas.

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A rede da fibromialgia

A rede da fibromialgia

A fibromialgia é um distúrbio de dor crônica complexo, caracterizado por dor musculoesquelética generalizada, fadiga, hipersensibilidade, distúrbios do sono e dificuldades cognitivas. Embora inicialmente recebida com ceticismo, hoje é reconhecida como um problema global de saúde que afeta milhões de pessoas. O diagnóstico evoluiu de uma ênfase em pontos sensíveis para uma abordagem mais ampla e holística. Sua causa envolve predisposição genética, desregulação de neurotransmissores, sensibilização central e fatores imunológicos, sendo mais comum em mulheres, pessoas com histórico familiar e condições associadas. A condição impacta significativamente a qualidade de vida e requer manejo multidisciplinar, incluindo medicamentos, terapias complementares e mudanças no estilo de vida. Pesquisas atuais investigam novas abordagens, como canabinoides, microbioma intestinal, marcadores genéticos e ferramentas digitais, para melhorar o cuidado e a compreensão da fibromialgia.

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Diagnosticado com Fibromialgia? Peça uma segunda opinião.

Diagnosticado com Fibromialgia? Peça uma segunda opinião.

Um novo estudo indica que pode haver muitos diagnósticos incorretos e perdidos de fibromialgia. Pessoas com fibromialgia sentem dores por todo o corpo, bem como fadiga, dores de cabeça e maior sensibilidade a estímulos dolorosos. Outros sintomas podem incluir depressão e ansiedade, sono ruim e problemas de memória ou pensamento.

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O diagnóstico da Fibromialgia segundo os especialistas

O diagnóstico da Fibromialgia segundo os especialistas

Uma unanimidade entre os médicos é a de que a fibromialgia é muito difícil de diagnosticar. Eu não diria que é fácil, mas que desde 1990, com mais ou menos reparos, há critérios claros para tanto. Descrevê-los aqui não seria novidade. Por outro lado, saber o que opinam sobre eles os seus usuários mais qualificados, todos eles professores em faculdades de medicina de renome nos Estados Unidos e com presença constante na mídia voltada para a dor crônica, isso sim que é inédito.

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Desafios no diagnóstico da fibromialgia: do significado dos sintomas à rotulagem da fibromialgia

Desafios no diagnóstico da fibromialgia: do significado dos sintomas à rotulagem da fibromialgia

O diagnóstico preciso da fibromialgia (FM) pode ser indescritível. Parece que o significado dos sintomas de FM e a conceituação das queixas dos pacientes de uma maneira lógica precisam desafiar toda a experiência e discrição dos médicos praticantes. Isso significa que esses desafios diagnósticos lógicos e complexos não podem ser colocados na capacidade limitada dos critérios de FM.

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Fibromialgia: o diagnóstico (por enquanto)

Fibromialgia: o diagnóstico (por enquanto)

Há dois anos, ao decidir sobre o conteúdo do que seria este site sobre fibromialgia eu dediquei especial atenção ao diagnóstico dessa síndrome. Difícil demais. Os principais sintomas – dor generalizada e fadiga – são muito parecidos com os de outros problemas de saúde. E não há nenhum teste ou exame que possa diagnosticar a fibromialgia. Por isso, a maioria dos médicos que atendem pacientes que suspeitam ser portadores costumam descartar outras condições (ex.: síndrome do intestino irritável, síndrome da fadiga crônica, dor musculoesquelética crônica…) para chegar a um diagnóstico. Navegando pelo Fibrodor o visitante encontra várias postagens descrevendo a evolução dos critérios de diagnóstico da fibromialgia ocorrida nos últimos 43 anos. Inventei, inclusive, o Fibroconsulta, pelo qual o paciente pode tirar suas dúvidas a respeito com seu médico, via online.

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A maioria dos pacientes com Fibromialgia é diagnosticada erroneamente?

A maioria dos pacientes com Fibromialgia é diagnosticada erroneamente?

No fim do ano passado fiz uma enquete via o site Fibrodor sobre dúvidas de pacientes efetivamente ou potencialmente com fibromialgia. “Efetivamente”, por se dizerem diagnosticados, e “potencialmente”, por apenas se imaginar portando essa síndrome. A maioria dos 250 respondentes está no primeiro grupo, e para muitos ali isso – o fato de possuir um diagnóstico – não deixa de ser um fator de tranquilidade. Afinal, um diagnóstico de fibromialgia pode demorar anos! Contudo, para alguns que não são poucos, receber um diagnóstico não traz segurança quanto ao rumo a seguir. Simplesmente porque, mesmo depois de “aquilo tudo”, ele ainda pode estar errado. Eis um fato – aqui denunciado pelo cientista pioneiro no estudo da fibromialgia no mundo – que dói e do qual não se fala em voz alta nos consultórios médicos, mas que o paciente precisa conhecer, seja para se precaver de que aconteça, ou para não se frustrar brutalmente se acontecer.

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Fibromialgia para iniciantes e curiosos

Fibromialgia para iniciantes e curiosos

Apesar da ciência médica dizer claramente o contrário, a fibromialgia ainda é tida por muitos médicos por uma doença imaginária. De fato, sem nenhum teste específico para diagnosticá-la, ela parece invisível. Isso pode ser intrigante, senão incômodo, para um médico que não esteja familiarizado com a condição – o caso mais comum, aliás. E como os sintomas se sobrepõem a muitas outras doenças, o diagnóstico é demorado e sua confiabilidade nem sempre garantida.

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Síndrome da fibromialgia. Parte 2 – Diagnóstico.

Síndrome da Fibromialgia. Parte 2 – Diagnóstico.

A Parte 1 deste artigo, “Síndrome da fibromialgia: etiologia, patogênese, diagnóstico e tratamento” foi postada na semana passada. O artigo é baseado em uma extensa revisão de artigos publicados sobre fibromialgia em todo o mundo. Seus autores são sete médicos ortopedistas da Faculdade de Medicina da Universidade de Torino (Itália). O objetivo é auxiliar os cirurgiões ortopédicos que se deparam com sintomas musculoesqueléticos relatados por pacientes afetados pela fibromialgia (muitas vezes não diagnosticada). A fibromialgia é apresentada como uma síndrome que precisa ser muito bem estudada e compreendida para que o paciente possa ser encaminhado ao especialista correto. O artigo original, por demais extenso, foi reduzido para agilizar a sua leitura, e também divido em três partes a serem postadas aqui semanalmente.

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