
Dor crônica: quando o remédio é pior do que a cura
Conviver com dor crônica é uma experiência que vai além do desconforto físico; ela frequentemente afeta a saúde emocional e mental do paciente. A sensação de impotência diante da dor persistente pode gerar medo, ansiedade e desânimo. Nessas circunstâncias, desenvolver um locus de controle interno – a crença de que se pode influenciar os próprios resultados por meio das próprias ações – torna-se fundamental. Esta habilidade permite que o paciente assuma um papel ativo no gerenciamento de sua condição, promovendo maior autonomia e qualidade de vida. No entanto, é essencial que as estratégias adotadas para fortalecer esse senso de controle sejam aplicadas com cautela e sob orientação adequada, evitando abordagens que possam ser mais prejudiciais do que benéficas.



