
Dor crônica: como medi-la e quem ganha com isso? – Parte 2
Na Parte 1, vimos por que a dor crônica não cabe bem numa simples nota de 0 a 10. Uma nota informa intensidade, mas não mostra sozinha quanto a dor interfere no sono, no trabalho, no movimento, nas relações, no humor ou na capacidade de participar da vida. Essa é a razão de medir severidade. A enquete SEVERIDADE usa a GCPS-R, uma escala breve que classifica a dor crônica em três faixas – leve, incômoda ou de alto impacto – a partir de perguntas sobre frequência, intensidade e interferência. A proposta não é diagnosticar a causa da dor, escolher remédios ou substituir uma consulta. A proposta é produzir uma informação mais clara sobre o tamanho do problema vivido pela pessoa.




